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Mostrando postagens de janeiro, 2025

O Socialismo Disfarçado no Brasil

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  Se tem uma coisa que os socialistas fazem bem, é esconder sua verdadeira natureza. No Brasil eles não chegam com bandeira vermelha e foice na mão, mas de terno e gravata, fingindo defender o mercado enquanto tomam o controle dele por dentro. Empresas que deveriam operar de maneira independente acabam se tornando extensões do governo, beneficiando grupos seletos e sufocando a livre concorrência. Um sistema onde empresários não precisam inovar nem competir, basta estar do lado certo do governo.  O Petrolão, que desviou mais de R$ 42 bilhões da Petrobras, não foi só um escândalo de corrupção, foi uma aula de como funciona o capitalismo de compadrio. Grandes empreiteiras como Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez não cresceram porque eram eficientes, mas porque se tornaram sócias do governo. Em troca de contratos superfaturados e monopólios garantidos, despejaram bilhões em propina para políticos. O resultado? Empresas gigantescas, riquíssimas e completamente dep...

O Que os Ricos Sabem e os Socialistas Escondem

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  Poucas farsas são tão bem embaladas e vendidas como essa: a ideia de que riqueza é privilégio herdado e que os pobres estão condenados à miséria perpétua, vítimas de um sistema cruel e excludente. O que essa narrativa esconde, e faz questão de esconder, é que a mobilidade social sempre existiu onde há liberdade econômica. Mas claro, admitir isso derrubaria o castelinho de cartas das teses socialistas. O devoto da redistribuição compulsória tem um raciocínio infantil, ele acha que a economia é um jogo é que o ganho de um jogador é igual à perda do outro, em que cada real ganho por um é um real perdido por outro. Na cabeça dele, o capitalismo é um banquete onde meia dúzia de espertalhões se empanturram enquanto o resto morre de fome. Mas eis a verdade inconveniente: riqueza não é um bolo fixo. Ela se cria. Cresce. Expande-se quando há produção, inovação e investimento. O socialista olha para um empresário e vê um explorador. Ele ignora que esse "opressor" abre empresas, gera ...

Desigualdade Não É Sinônimo de Pobreza

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  Se tem uma coisa que o sujeito metido a crítico do capitalismo adora fazer, é confundir desigualdade com pobreza. Ele olha para um bilionário em Nova York e um operário de classe média em Recife e acha que o problema é a diferença de renda entre os dois, não o fato de que o operário tem muito mais do que teria sob qualquer regime socialista. Mas a falácia sentimental funciona bem, basta soltar uma foto de uma mansão ao lado de uma casinha humilde para que a patota chore de indignação. A desigualdade de renda sempre existiu e sempre existirá. O que interessa não é se há classes sociais, mas se as condições gerais da população estão melhorando. E por incrível que pareça para os militantes do “socialismo de iPhone”, o livre mercado é a única ferramenta que realmente fez isso acontecer. Basta olhar os números, onde quer que a liberdade econômica tenha sido adotada, a miséria despencou. Onde o socialismo meteu o bedelho, a fome virou política de Estado. Quer exemplos? A Coreia do Sul,...

Por que há Algo em Vez de Nada? Uma Investigação Filosófica

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Nada é mais sintomático da decadência intelectual moderna do que a incapacidade de perceber a unidade subjacente à multiplicidade. O mundo não é um amontoado caótico de fragmentos isolados, mas uma estrutura ordenada que só pode ser compreendida em sua totalidade. Em nome de um suposto rigor analítico, acostumamo-nos a esquartejar a realidade, como se a verdade fosse um cadáver a ser dissecado em partes irreconhecíveis. O resultado? Um conhecimento estéril, fragmentado, incapaz de abarcar a própria razão de ser das coisas. Pergunte a qualquer cientista contemporâneo sobre a origem do universo, e ele lhe responderá com um modelo matemático elegante, perfeitamente calculado para ignorar a pergunta fundamental: por que há algo em vez de nada? O positivismo reduziu a busca do conhecimento a um exercício contábil, onde se somam dados e se multiplicam hipóteses, mas nunca se chega ao essencial. A ciência moderna, em sua fútil tentativa de reduzir o real a suas menores partes, só conseguiu am...

O Brasil e Sua Verdadeira Origem

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A história de uma nação não é um amontoado de datas e eventos soltos, como querem os burocratas da historiografia oficial. É a trama viva de um destino que se desenrola ao longo dos séculos, guiado por forças que vão muito além do econômico e do político. No caso do Brasil, compreender sua origem sem olhar para Portugal é como tentar entender um filho sem conhecer o pai. Portugal não nasceu de tratados diplomáticos ou de conchavos palacianos, mas da fé, do sangue e da coragem. A Península Ibérica foi, por séculos, um campo de batalha onde se enfrentaram dois mundos: a cristandade europeia e a civilização muçulmana. Quando os muçulmanos invadiram a Península em 711 d.C., o que estava em jogo não era apenas um território, mas a alma de um povo. A Reconquista, que se estendeu por quase 800 anos, foi mais do que uma guerra de resistência, foi a afirmação de uma identidade espiritual que se recusava a ser apagada. Foi nesse contexto que Portugal emergiu. Em 1139, Afonso Henriques, um guerre...

Reflexões em Tempos de Submissão

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  Houve um evento recente que desafiou profundamente os alicerces da convivência humana. Ele não precisou de um rosto visível, mas impactou sociedades inteiras. Não é o evento em si que importa agora, mas o enredo que ele sustenta, uma trama silenciosa, construída sob o véu da necessidade, mas guiada por mãos que operam nas sombras. A história que se desenrola não nomeia diretamente o seu sujeito. Longe das genuínas preocupações com a saúde coletiva, um espetáculo de controle e manipulação foi instaurado sob a bandeira da segurança. O que parecia ser uma resposta emergencial revelou-se como o prelúdio de um audacioso experimento de engenharia comportamental em escala global, em que a suposta autoridade científica se tornava o novo evangelho do poder. Por trás do verniz de altruísmo, a sociedade foi lentamente conduzida a um estado de submissão progressiva. Regras inicialmente justificadas pelo medo logo se transformaram em algemas invisíveis, endurecidas por um consenso fabricado e...